1º de Maio: você realmente tem algo relacionado ao seu trabalho que o faça comemorar?
Em tempos de globalização e crescente precarização do trabalho, nós, brasileiros ainda temos a ilusão Varguista que que temos que comemorar nesse feriado. O poder público e privado nesse dia, planeja vários sorteios e festas para que possamos saudar toda a magia desde dia, mas será que as coisas andam bem assim?
Especialmente hoje, depois de vários anos considerando apenas que nesse dia eu não teria aula, procurei um pouco sobre a origem deste dia, e descobri que o 1º de maio nasceu em homanegem à martis da luta trabalhista americana, no polo industrial de Chicago, em 1986. Estes trabalhadores estavam paralisados por uma diminuição da carga diária de trabalho de 13 para 8 horas. A resposta para esse processo veio em forma de repressão policial, feridos e mortes.
Aqui no Brasil, antes de 1930 não tinhamos muita noção deste dia, por sermos um pais com ínfima industrialização, porém com uma visão mais questionadora ante a mundo trabalhista. A ideia de luta foi completamente deturpada na Era Varguista, de era uma espécie de agente duplo no governo, que por um lado prestava assistência aos trabalhadores e por outro, era um grande apoio para a exploração exercida pela ideologia liberal. A fim de acabar com a ameaça à segurança nacional, implantou paleativos para que a população trabalhadora se calasse e se acomodasse. Nasce a CLT, Sindicatos, o SESI o Sebrae, entre outras instituições que atendiam às necessidades imediatas destes trabalhadores e os preparava para oferecer um trabalho mais qualificado para a crescente industria.
Só com esse pequeno recorte histórico podemos ver que o Estado não é nosso aliado quando se trata de direitos trabalhistas, não é nosso amiguinho para o aumento de salários, não quer que nossoas condições de trabalho mudem, pelo contrario, investem o dinheiro de nossos impostos para potencializar o lucro industrial em detrimento a nossa dignidade.
“A história do Primeiro de Maio mostra, portanto, que se trata de um dia de luto e de luta, mas não só pela redução da jornada de trabalho, mais também pela conquista de todas as outras reivindicações de quem produz a riqueza da sociedade.” – Perseu Abramo
sábado, 30 de abril de 2011
quarta-feira, 6 de abril de 2011
INcivilidade generalizada.
Aviso: Este post vai mostrar reflexos da minha criação, do meu cotidiano no trabalho e das coisas com que concordo em matérias da faculdade e um toque e teorias sociais que acho no mínimo interessantes. Se você não compartilha desta opinião, o mundo é -livre-, faça o seu blog e fale sobre o que você acha certo em vez de me criticar. Ou se você tem menos animo, veja só o que já está prontinho no Youtube ;) Enjoy.
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